27/10/2006

IBAMA E AS MADEIREIRAS

Vinte e cinco depósitos de madeira de Maringá vêm trabalhando sem licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), constatou ontem uma equipe do orgão.
Os fiscais do IBAMA, constataram que vinte e cinco depósitos de madeira de Maringá trabalham sem licença do orgão ambiental e alertaram os comerciantes para só adquirir madeira procedente da Amazônia quando ela estiver acompanhada do Documento de Origem Florestal (DOF). Os proprietários se comprometeram à imediata legalização. Madeira nativa daquela região não pode ser vendida sem o DOF.
Em setembro deste ano, o DOF substituiu a Autorização para Transporte de Produtos Florestais (ATPF). O cadastro técnico do Ibama para microempresas não tem custo algum.
Quadrilhas de Rondônia, Acre e Mato Grosso, furtaram blocos de antigas ATPFs. Algumas vezes o documento foi vendido por quantias até R$ 5 mil, para esquentar madeira nativa que deixou ilegalmente a região norte e parte do centro-oeste rumo a estados do Sul. Entre as madeiras comercializadas estão o cedrinho, cambará, cedro, mogno, garapeira, itaúba e angelim.
Algumas madeireiras venderam castanheira, espécie em extinção, informou a chefe do escritório regional do Ibama de Londrina, Neuza Maria Emídio, e explicou que o procedimento não tem por objetivo punir empresas, mas sim, orientá-las no sentido de se adequarem ao sistema em vigor, conforme a portaria 112/2006.
chegou a R$ 500 mil o total das multas lavradas entre 2003 e 2005 por transporte irregular de madeira.Para denunciar. Para denuncias ao Ibama recebe o telefone é: 32663986 (em Maringá), (43) 33224956 (em Londrina), e pela Linha Verde: 0800 618080.
fONTE: O Diário

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