06/02/2007

QUEM FICARÁ COM A CONTA DE MAIS DESEMPREGO?

As reformas trazem a flexibilização das leis trabalhistas e da organização sindical. Em nome de uma “modernidade”, prega-se “mudanças” na CLT e na Constituição Federal, sempre no sentido de retirar direitos dos trabalhadores. Propõe-se o fim da multa de 40% sobre o saldo do FGTS, por ocasião da demissão sem justa causa; perda de direitos como o 13º salário, licença maternidade, férias, entre outros.Esclareça-se que essas experiências de flexibilização foram aplicadas na Espanha na década de 80/90 e o desemprego saltou de 10% para 22%. Na Argentina, na década de 80 o desemprego de 6%, passou a 20% após as mudanças nas leis trabalhistas iniciadas em 1991. No Chile, que teve sua Reforma Trabalhista implantada em 1978/79 o desemprego chegou a 20%. Na Colômbia, em 1985 o desemprego que rondava entre 5% e 6%, após as reformas impostas por pressão dos EUA, chegou a 20%. (completa no link da CONLUTAS ao lado).

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